Quanto maior o comprimento de onda, mais profunda é a atuação do laser. Isso não significa, no entanto, que a eficácia do laser é medida pela quantidade de nanômetros.
Na verdade, quanto maior o comprimento de onda, melhor o laser é para a eliminação dos pelos nas peles mais escuras. O funcionamento do laser de díodo é, essencialmente, o mesmo que o dos outros tipos. A grande diferença é a profundidade atingida.
O pelo tem a parte externa e a parte interna. Essa parte interna, também chamada de raiz, fica localizada no folículo piloso, região que também abriga o bulbo capilar, responsável pelo crescimento do pelo.
Ao atingir a pele, o laser emite energia. A melanina presente no bulbo capilar absorve essa energia em luz e a transforma em energia térmica, enfraquecendo e destruindo o folículo piloso. É este processo que impede que os pelos voltem a crescer.
Graças à sua profundidade, o laser de díodo é um dos mais eficientes do mercado. Apesar de ter uma recomendação específica, também é capaz de conquistar bons resultados em outros fototipos de pele de forma bastante segura.
No geral, o díodo é ótimo na eliminação duradoura dos pelos. Contudo, é necessário que haja regularidade no tratamento. É claro que já é possível observar uma diferença considerável logo após a primeira sessão, mas, para que se tenha efeitos duradouros, deve-se realizar de 8 a 10 sessões.
Depois disso, os clientes ainda precisarão de sessões de manutenção, mas essas devem ser feitas apenas a cada 6 meses ou até mesmo 1 ano. Apesar de termos focado no laser de díodo, a boa notícia para quem quer investir em um aparelho é que não necessita se limitar a ele. Isso porque a maioria dos equipamentos disponíveis no mercado atuam com diferentes comprimentos de onda (equipamentos de 3 ou 4 ondas).





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