Modo contínuo vs modo pulsado
O uso do modo contínuo ou pulsado em tratamentos com cavitação e radiofrequência (RF) depende do objetivo do tratamento, tipo de tecido, região anatómica e sensibilidade do cliente. Aqui está um resumo claro para te orientar:
Quando usar:
Em áreas com gordura localizada espessa (abdómen, flancos, coxas).
Em clientes com boa tolerância ao tratamento.
Vantagens:
Maior energia entregue ao tecido = mais eficaz na destruição das células adiposas.
Cuidados:
Pode gerar mais calor e desconforto — monitorizar a sensibilidade do cliente.
Evitar em zonas muito próximas de órgãos (como flancos ou parte baixa do abdómen).
Quando usar:
Em áreas mais sensíveis ou com menos gordura.
Em clientes com baixa tolerância ao calor ou vibração.
Vantagens:
Mais confortável, menor risco de sobreaquecimento.
Ideal para primeiras sessões ou manutenção.
Quando usar:
Em pele mais espessa ou áreas corporais maiores (abdómen, braços, coxas, nádegas).
Quando o objetivo é estimular colagénio e firmeza de forma intensa.
Vantagens:
Aquece os tecidos de forma mais uniforme e profunda.
Maior estimulação da neocolagénese.
Cuidados:
Monitorizar temperatura com termómetro infravermelho (ideal: 39–42°C no corpo, 38–40°C no rosto).
Evitar em pele muito fina ou com rosácea.
Quando usar:
Em zonas delicadas como o rosto, pescoço ou decote.
Para pele fina, flácida ou em clientes mais sensíveis.
Vantagens:
Menor risco de queimadura, maior conforto.
Permite melhor controlo da temperatura nos tecidos.
Tratamento Modo Contínuo vs Modo Pulsado
Cavitação Gordura densa, zonas amplas Áreas sensíveis, pouca gordura
RF Corpo, pele espessa, colagénio intenso Rosto, pescoço, pele fina ou sensível





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