Depende do tipo e gravidade da rosácea.
A radiofrequência gera calor controlado nas camadas mais profundas da pele, estimulando colagénio, firmeza e circulação.
Em peles com rosácea ativa (com inflamação, vermelhidão acentuada, pápulas ou pústulas), a radiofrequência não é recomendada, porque o calor pode piorar a vasodilatação e desencadear crises.
Em casos leves ou controlados, alguns dermatologistas até admitem o uso da RF com cuidado, desde que a pele esteja estabilizada.
??Recomendações práticas:
- Avaliação antes: só iniciar o tratamento com autorização de um dermatologista.
- Evitar zonas muito reativas (como maçãs do rosto com vasos dilatados visíveis).
- Usar intensidades baixas e aplicar técnicas de arrefecimento (gel condutor frio, crioterapia suave).
Deve observar-se a pele: se houver aumento da vermelhidão ou ardor persistente, suspende-se o tratamento.
Deve se evitar se houver rosácea em fase inflamatória ativa.
Ou seja: não é totalmente proibido, mas é um procedimento de risco em rosácea, só devendo ser feito com indicação médica e ajustes específicos.





.jpg)